Quer investir em imóveis, mas não sabe por onde começar? Vejas as dicas!

O investimento em imóveis esteve em baixa nos últimos anos, devido a crise econômica que paralisou o setor da construção civil, deixando milhares de imóveis prontos e sem cliente.

Resultado: preços em queda, mas sem chance remota de fazer lucro investindo em imóveis por falta de compradores. Com o reaquecimento – ainda lento mas constante – da economia e as quedas constantes da Selic, este tipo de investimento volta a ser interessante.

Se você quer investir em imóveis, mas não sabe por onde começar, vejas as dicas. Elas podem te ajudar a decidir pela melhor opção.

Dicas para investir em imóveis e ter sucesso

Esteja sempre muito bem informado sobre o setor

Investir com sucesso em imóveis exige mais do que comprar por um ótimo preço imaginando vender por um preço melhor ainda e ganhar muito.

É preciso acompanhar diariamente (ou quase) todas a tendências do setor, os movimentos da região onde você quer investir, se existem fatos antigos e novos que podem valorizar ou desvalorizar os imóveis, as exigências municipais.

E claro, monitore os preços para chegar em um ponto de compra e venda ótimo, ou de compra com expectativa futura positiva.

Seja diferenciado

Sim, existe concorrência nesta sua atividade. É importante você pensar no que pode ser oferecido como diferencial. Pagar todas as despesas de compra, por exemplo. Oferecer uma cozinha ou um quarto planejado. Enfim, as opções são muitas, basta você calcular bem o que pode ser feito.

Se nada for possível, fique com o pacote básico que nunca falha: rapidez nas respostas, atendimento simpático, nenhuma pressa e honestidade com todas as informações, além de compromisso com as burocracias da venda.

Não restrinja a sua ação

Você pode encontrar ótimas oportunidades na cidade do lado. Ou em galpões invés de apartamentos. Se especializar pode fazer perder chances em outro nicho. Você está investindo, então o que importa são as transações que tragam lucros para você.

01 – Investir em imóveis: na planta

Imóveis na planta custam em média 40% menos do que imóveis prontos. As condições de pagamento costumam ser muito boas para prender os clientes pela espera da obra. São belos argumentos para apostar neles.

Investir em imóveis na planta é uma opção muito boa para quem está começando; ao final da obra, você pode alugar ou vender um imóvel novinho. Mas alguns cuidados são essenciais:

  • Fiscalize a obra como um futuro morador, do começo ao fim, questionando problemas, qualidade de material, atrasos.
  • Pesquise a idoneidade da construtora, o que entregou, se atrasou, se tem processos na justiça.

02 – Investir em imóveis: leilões

Sim, os leilões são operações complicadas e a maioria dos imóveis está ainda ocupada e será você a buscar a saída das pessoas. E ainda rezar pelo estado do imóvel.

Mas se você tiver tempo e paciência, pode pegar o edital e visitar os que mais interessar, mesmo de longe, para conhecer a região, vizinhança, comércio, itens que podem melhorar ou piorar a situação.

É uma compra de risco? Sim. Mas o preço de compra pode compensar. Avalie com cuidado e com esperança.

03 – Investir em imóveis: comprar para alugar

Esta opção tem como grande vantagem o leque de opções para ganhar dinheiro: apartamentos, casas, galpões, salas comerciais, casas de veraneio e lojas comerciais.

O mais importante é estudar as regiões e encontrar pontos de valorização para cobrar o preço de mercado do aluguel. E claro, associar-se a uma administradora idônea para a cobrança – não vale a pena tratar disso diretamente.

04 – Investir em imóveis: consórcio

Aqui você tem duas opções muito interessantes:

  1. Comprar cotas de consórcio para investir nas compras futuramente. As condições de parcela e prazo são muito boas e você pode comprar o imóvel que desejar com a carta de crédito. Portanto, pode comprar num preço ótimo e vender logo em seguida, quitando as parcelas que faltarem, como num financiamento imobiliário.
  2. Comprar uma carta de crédito contemplada imóvel. É uma boa ideia para quem está começando e não tem dinheiro para investir.

 

Ocupações para os jovens do Brasil: conheça ótimas alternativas!

O Brasil ainda atravessa uma fase de desemprego alto, e apesar das melhoras no cenário econômico dos últimos esses e do cenário político a partir de 2019 – que sempre renova as iniciativas do mercado – elas são ainda tímidas e vão levar um bom tempo para retomarmos um caminho de crescimento real e constante.

E em meio a tantos profissionais procurando uma nova oportunidade, milhões de jovens a partir dos 14 anos também querem chegar ao mercado de trabalho.

São muitos que precisam trabalhar para ajudar no sustento das famílias, outros querem estar no mercado e viver novas e grandes responsabilidades – e onde o fator financeiro não pesa tanto. E independente do motivo, todos têm em comum a falta de experiência.

Mas o que pode soar como problema na maioria das empresas, é natural e bem-vindo para algumas oportunidades em um mercado de trabalho cada dia mais dinâmico e surpreendente.

São possibilidades onde não há preconceito com a inexperiência e valoriza-se a vontade de aprender constantemente, a iniciativa e o desejo de crescer sempre.

Você quer começar uma carreira profissional sem experiência? Vamos falar de algumas ocupações para os jovens do Brasil.

1 – Jovens no mercado: a experiência e o networking dos trabalhos voluntários!

Sim, começamos por uma atividade que não traz retorno financeiro – e este pode não ser o principal fator para alguns jovens buscarem o mercado.

Os trabalhos voluntários, em ONGs e associações, são extremamente ricos em experiências para o mundo profissional, tanto para as habilidades quanto para os relacionamentos.

É onde você pode vivenciar os trabalhos em grupos com responsabilidade social, enfrentar dificuldades naturais e desenvolver a resiliência, ter a noção da importância no atingimento de metas, a satisfação de cumprimento delas, e tudo em benefício da vida de outras pessoas.

E um trabalho rico de relacionamentos internos e externos que ajudam a formar o primeiro networking profissional, que poderá ser decisivo nas oportunidades do futuro.

Os trabalhos voluntários devem ser incluídos em currículo, pois hoje em dia são muito valorizados pelas empresas.

2 – Jovens no mercado: investir nas habilidades para empreender!

Os jovens sempre foram o grande para-raios das novidades tecnológicas e de comportamento das grandes empresas.

No mundo de hoje, eles também são agentes de mudança. Você já pensou nas habilidades que adquiriu até hoje com os estudos e a tecnologia? O mundo dos games, por exemplo, pode agregar muito mais do que lazer para vocês.

Existe um número crescente de jovens que estão no Empreendedorismo Digital – têm e estão adquirindo experiência tecnológica para desenvolver aplicativos, criar novos programas, participar de grupos de robótica.

3 – Jovens no mercado: o Jovem Aprendiz abre as portas do mercado!

O programa Jovem Aprendiz é uma grande iniciativa criada pelo governo federal em 2000 e destinada a capacitar e inserir jovens no mercado trabalho, dando a eles a primeira oportunidade de emprego com aprendizado.

Todas as médias e grandes empresas são obrigadas por lei a reservar parte de suas vagas para o programa Jovem Aprendiz. E o horário dele não pode coincidir com o horário das aulas, pois o jovem não deve em hipótese alguma abandonar o ensino regular.

O programa exige que o jovem esteja matriculado na rede de ensino e com idade mínima de 14 anos e máxima de 24 anos. É uma excelente forma de começar a vida profissional com seus estudos sendo valorizados.

Quer conhecer mais sobre este programa de sucesso que beneficia milhares de jovens todos os anos? Basta acessar Jovem aprendiz 2019 e saber mais!